2ª Igreja Batista de Nova Odessa

21 de março de 2010

Uma história comovente

Arquivado em: Capa de Boletim — admin @ 14:23

Num dia cinzento, de uma garoa fria e intermitente na grande Assunção, uma senhora de  aparência frágil e desconfiada, trazendo no braço uma pequena criança, se aproximou da unidade do Programa de Educação Pré-Escolar (PEPE) da Igreja Batista la Hermosa, em Lambaré, e pediu para falar com a missionária-educadora.

– Senhora, por favor, aqui trago a minha filhinha; ela se chama Aramy. – A missionária observou a menina e notou que ela tinha algumas dificuldades e quis saber qual era o seu problema.

– Aramy nasceu, praticamente, sem concluir a formação dos ossos; é só cartilagens. Tenho andado com ela todos os dias e vivo em função dela – disse a mãe.

– Mas, diga-me, senhora, em que podemos ajudar? – perguntou a missionária-educadora.

– Aramy tem 5 anos, é assim pequenininha, mas é muito inteligente. Tem um sonho de assistir aula em uma escola. Eu já tentei colocá-la em todas as escolas da região, mas ninguém quer recebê-la. Será que vocês podem deixá-la assistir as aulas do PEPE? Eu ouvi dizer que aqui tratam as crianças e as pessoas de maneira diferente. Que se preocupam com as pessoas. O coração da missionária-educadora quase se “derreteu”.

– Vamos fazer o seguinte: a senhora virá todos os dias na próxima semana, e veremos como podemos ajudar. Está bem assim?

– Os olhos daquela mãe se encheram de lágrimas; finalmente sua filha não seria excluída novamente. Logo, Aramy começou a assistir as aulas e se mostrou muito inteligente, tornando-se líder dos coleguinhas. Em pouco tempo, seus “compañeritos” aprenderam a amá-la e conscientizar-se de que Deus nos ama como somos. Aramy se encantava ouvindo as histórias bíblicas e aprendeu os versículos, as letras, os números, a orar e confiar em Deus. Pela primeira vez, ela se sentiu parte de um grupo; se sentiu amada por outras crianças; se sentiu importante. A família de Aramy foi convidada para as reuniões da igreja e, logo, teve um encontro com Deus. Algum tempo depois, o pai de Aramy recebeu uma proposta para um melhor trabalho em uma cidade vizinha, com várias vantagens, mas não aceitou: “Não quero sair daqui, pois nos sentimos amados, respeitados e foi aqui que conhecemos o Senhor”, disse ele.

Amados irmãos, que bênção é sentir como Deus trabalha, restaura as vidas das crianças e suas famílias! Deus continua escrevendo outras novas histórias lindas e nós agradecemos por sua participação, orações, palavra de ânimo e por sua oferta!

Pr. Carlos Alberto da Silva e Lídia Klava, missionário de Missões Mundiais em Assunção, Paraguai

11 de setembro de 2009

Por Ti, darei minha vida 13/09/2009

Arquivado em: Capa de Boletim — admin @ 11:08

Na caminhada cristã sempre somos desafiados a um compromisso de vida cristã que reflita o grau de nossa vivência com o Senhor. Somos constrangidos a não nos conformar com a nossa atual situação de vida cristã e continuar caminhando em direção ao alvo que o Senhor tem proposto para nós.
É sempre desafio e mais desafios, pois não conseguimos caminhar de outra forma na vida com Cristo.
No entanto, alguns ficam apenas na contemplação dos encontros missionários, congressos e algo semelhante. Acham bonito, para os outros; não para eles ou seus familiares. É como a irmã que ora no culto pedindo a Deus que envie obreiros para a Seara e quando sua filha decide em atender ao chamado do Senhor, ela, a mãe, protesta veemente contra aquela decisão.
Precisamos avançar da etapa da contemplação à prática do nosso discurso.
O desafio do momento para o povo de Deus é levantar os olhos, parar de olhar para o seu próprio umbigo, seu mundinho e buscar perceber as necessidades de tantos brasileiros que clamam por alguém que seja resposta às suas indagações e conflitos.
Clama esperando por alguém que os ouça de modo prático e não teórico; enxergam sua realidade e mova-se em direção à solução; sinta o que ele sente; que seja capaz de chorar com suas dores e perdas, muitas delas irreparáveis.
É hora de assumir o verdadeiro compromisso de dar a vida de modo integral ao Senhor. É hora de parar com discursos vazios e sem sentido, assumindo a determinação de estar disposto e disponível para ser usado como instrumento de resposta ao clamor das pessoas.
É hora de entregar realmente tudo no altar, deixando de lado a hipocrisia do “tudo entregarei”, quando na realidade não se esta disposto a uma entrega total.
É hora sim, de todos, sem exceção, estarem determinados ao “Por Ti, darei minha vida” para que a glória do Senhor encha o Brasil como as águas cobrem o mar. (JMN 2009)

3 de setembro de 2009

Devedores- Por ti darei minha vida

Arquivado em: Capa de Boletim — admin @ 22:41

logo_porti_2linhas-300x199

Estamos iniciando setembro, e com isso a Campanha de Missões Nacionais.

E quando o assunto é missões, nenhum sentimento deve estar mais evidente na vida de qualquer crente em Jesus Cristo do que o sentimento de DÍVIDA.  É isso mesmo, não há nenhuma lógica em não nos sentirmos devedores àqueles que perecem sem Jesus! Infelizmente, poderá ser que muitos crentes tenham que admitir que ao longo da sua carreira cristã nunca fizeram nada pela obra missionária. Mas crente algum poderá dizer que a obra missionária não fez nada por ele. Isso porque cada crente em Jesus Cristo é resultado do esforço missionário de homens fiéis que obedeceram ao IDE do Senhor Jesus caminharam rumo aos “campos que branquejavam para serem ceifados”. Cada crente em Jesus Cristo é resultado desse brado, que é o tema de nossa Campanha 2009: POR TI, DAREI MINHA VIDA.

Paulo sentia-se devedor. Ele disse aos Romanos 1.14,15: “Pois sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes; por isso, quanto está em mim, estou pronto a anunciar o evangelho também a vós outros, em Roma”.

Paulo sentia-se devedor, porque tinha consciência de que a salvação que ele recebera de Cristo fora absolutamente de graça. Ele sabia que não tivera nenhum mérito de salvação; sabia que a salvação que fora gratuita para ele, custara um alto preço para Deus – preço do sangue de Jesus, seu Filho, o Deus encarnado. O Deus que deixou sua glória, que se fez homem, que fora tentado mais que toda a humanidade junta, que jamais pecou, e que mesmo assim foi para o maldito madeiro.

Como não nos sentirmos devedores aos que ainda nada sabem sobre isso? Como nos acomodar, quando temos conhecimento de que mais de dois bilhões de pessoas ainda não conhecem as Boas-Novas da salvação? Como dormiremos em paz se sabemos que há tribos indígenas, bem próximas de nós, em nosso estado, que ainda não tem nenhuma presença missionária entre eles?

Que o nosso coração arda continuamente por essa obra que nasceu no coração de Deus, e nos leve, à semelhança desse maravilhoso apóstolo Paulo, a bradar: “Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte”. Filipenses 1:20                    

(JMN www.missoesnacionais.org.br )

Powered by WordPress